Uso de maconha no Brasil: proibir ou legalizar?

Enviada em 09/06/2024

A legalização da maconha é algo muito discutido entre o povo e as autoridades. O governo entende que essa legalização pode acarretar em diversos problemas para a nação. Sem dúvida, o tema tem sido trabalhado e abordado sempre visando o bem do país como um todo.

Algo discutido e que cabe ser pensado são as consequências desse fácil acesso a mercadoria. Da maneira que, quanto mais facilmente consegue-se a maconha, consequentemente brigas seriam causadas pela posse e pelos territórios de venda. O narcotráfico tenderia a ter um aumento considerável, gerando problemas na segurança do povo brasileiro.

Além da segurança, o vicio pela droga seria também um problema a ser enfrentado. Segundo a frase do filósofo, Jacques Rousseau, “O homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado”. Entendemos a liberdade que fomos criados, mas quando nos submetemos ao uso de uma planta viciante estamos deixando-nos ser acorrentados. Da mesma forma que teriamos aumento da violência, teriamos também o aumento de vicíados.

Por consequência, famílias , casas e a dignidade humana seria devastada, ao ponto que um viciado é capaz de qualquer coisa para adquirir a droga. Roubar e vender seus bens, são exemplos de casos que, mesmo a venda sendo ilegal no Brsail, já acontecem. Temos, por exemplo, nosso país vizinho, Uruguai, que legalizou a venda e o consumo, e ja colhem os frutos do aumento da criminalidade e dependentes químicos.

Portanto, é evidente que legalizar a maconha seria dar um passo para trás, por isso, medidas devem ser tomadas. Cabe ao Ministério de Educação promover a conscientização entre crianças, adolescentes e jovens, dos malefícios que a liberação dessa droga pode trazer á nação. Promover palestras nas escolas tratando sobre o assunto, incentivando também a participação dos pais nesses momentos. Desse modo, começando de baixo para cima possamos vencer essa problemática, uma vez que, entendemos que a voz do povo tem força e deve ser ouvida pelos governantes. Assim, não regridiremos a uma sociedade presa e acorrentada em seus vicíos.