Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 05/09/2019

O inglês Thomas Hobbes , o britânico John Locke e o suíço Jean Jacques Rousseau , todos eles têm algo em comum: dissertaram sobre a formação de uma sociedade ideal e de convivência de maneira plena para o bem estar coletivo, em suas obras e premissas.Entretanto , de maneira distinta propostas por eles, a humanidade tangencia essa ideia quando envolve a tecnologia de maneira exacerbada no meio cotidiano. Dessa maneira, é importante destacar dois pontos importantes nessa temática: o pós e o contra da tecnologia para o ser humano e sua causa-consequência socialmente.

A princípio ,vale ressaltar que existe uma dualidade nesse assunto.Acerca disso,é necessário frisar primeiramente o lado importante dessas novas inovações da modernidade , entre elas a praticidade e novas formas de conhecimento.Por outro lado ,conforme o historiador britânico Alnold Toynbee, tornamo-nos deuses da tecnologia , mas macacos da vida, ou seja , somos reféns dela e para que isso não ocorra é necessário que haja um filtro , em especial,para o público jovem,eles são os mais influenciáveis , pois mesmo que o seu usuário tenha boas intenções no seu uso ,como uso escolar ou conversação com os amigos , existem também indivíduos ou conteúdos não destinados a esse grupo. Em síntese,assim,é necessário haver um equilíbrio da utilização e apoio dos pais monitorando.

Outrossim,cabe salientar que a utilização por longas horas da tecnologia pode acarretar em vício.Isto porque,de acordo dados divulgados pela Universidade de Harvard,mais de 30% dos comentários ou conversas se falam sobre os próprios internautas,ou seja,uma apreciação e a necessidade de ser destacar da sociedade constantemente.Além disso, a biologia explica a dependência dos celulares por certos adultos,e está na liberação de dopamina,neurotransmissor que estimula a sensação de prazer,o que possibilita até mesmo a dependência psicológica conectada a necessidade de que só as curtidas em redes sociais é algo prazeroso.Logo,para que isso não aconteça é necessário controle de suas próprias ações e apoio de familiares.

Infere-se , portanto, que sejam tomadas medidas para atenuar o impasse. Para que isso ocorra , o Ministério da Educação , juntamente com os responsáveis , faculdades , escolas públicas e particulares , deve haver debates e seminário que envolva esse assunto e que possa ser transmitido em rede nacional. O que será tangível por meio empresas privadas que queiram participar e financiar o evento e a mídia auxiliando. Ela irá transmitir em rede nacional, em horário nobre, essa programação com o apoio de ministros e especialistas na e possam demonstrar dados estatísticos temática envolvida que é a utilização exagerada da tecnologia tanto em adultos quanto em adolescentes. Com o intuito principal de que os cidadãos possam criar senso crítico e reter informação do que está sendo abordado.