Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 22/02/2020

Chats,aplicativos,jogos,informação. Esses são alguns aspectos que marcam o contexto do jovem brasileiro,que tem maior parte do seu tempo dedicado aos seus smartphones,seja para uso intelectual,comunicativo ou apenas diversão.Entretanto,o que pode ser benéfico,pode trazer consequencias drásticas quando mal utilizado.

Em primeiro lugar, deve ser considerado o aumento do acesso a informação aos jovens. Além disso, o excesso de informação gera superficialidade, pois quando não se torna aprendizado é vão.Mas a escola como meio educacional ativo também se omite a utilizar o aparelho eletrônico de forma que se tenha de fato aprendizado,sendo que a camara dos deputados amparam essa prática pois aprovaram o projeto de lei 2.246 no ano de 2007,que proibe o uso de aparelhos portatéis como celular,jogos eletrônicos, mp3. No entanto, o governo do estado do ceará assinou contrato com a plataforma online descomplica, empresa que disponibiliza aulas e exercicios, para alunos e professores do ensino médio para que pudessem transformar o conhecimento em prática.

Por outro lado,há ainda mais dificuldades a melhorar além do excesso de informações, pois torna-se cada vez mais comum o uso das tecnologias para diversão e comunicação. Ademais, o excesso do uso deste tem causado muitos males, como o aumento dos níveis de depressão,ansiedade,impulsividade e problemas ortopédicos,pois um aparelho que foi feito para ser manuseado acaba manuseando o seu usuário.segundo zigmut bauman, as relações se tornam cada vez mais líquidas tendo como um dos fatores principais para essa consequência o aparelho celular,aumentando a facilidade de comunicação e distanciando pessoas próximas.

Fica evidente, portanto, que são inúmeros os efeitos que o uso dessa tecnologia pode causar desde positivos até os mais obscuros. Para que haja equilíbrio na quantidade de tempo do uso do smartphone, se torna ainda mais necessário que orgãos públicos como os da ação social utilizando de psicólogos, servidores sociais e educadores alertem aos pais do quanto é necessário o diálogo com os filhos, para que se saiba o que ele tem acessado na internet e antes de tudo imponha limites para a quantidade de tempo de acesso as mídias. Também o as demais unidades federativos podem utilizar o exemplo do governo do ceará e disponibilizar oportunidades de estudo para professores e educandos para que possam aprender juntos. Desse modo, teremos o bom uso dos smartphones tendo como foco a aprendizagem de todos.