Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 28/08/2020
Em 2007, Steven Jobs revoluciona o mundo tecnológico com a primeira apresentação do “Iphone”. Nesse cenário, principalmente no decorrer década de 2010, o que se vê é a preocupante dependência da tecnologia na sociedade, sobretudo, nos jovens e adolescentes. Dessa forma, tem-se como principais fatores as diversas funcionalidades dessas máquinas e o descontrole que estas trazem à vida do usuário. Por isso, torna-se pertinente a discussão acerca do vício em tecnologia que é vivenciado pela população.
Nesse viés, é necessário ter em mente que com o aprimoramento da alta tecnologia, as funcionalidades presentes em um aparelho eletrônico também se ampliaram de forma a tentar reproduzir a vida cotidiana do usuário. Sob o mesmo ponto de vista, a série “Mundo Mistério” apresentada por Felipe Castanhari, trata, em um de seus episódios, sobre a superinteligência artificial, na qual as máquinas eletrônicas passam a desempenhar papéis que anteriormente eram realizados por humanos. Desse modo, a sociedade, lamentavelmente, passa a abandonar sua vida social, deixando-a sob comando dos seus aparelhos eletrônicos.
Além disso, o que se espera em seguida é o preocupante descontrole e desordem da vida social e da saúde mental e física dos usuários. No mesmo sentido, segundo a terceira lei de Newton, toda ação tem uma reação. Dessa maneira, a partir do momento que a população vive em função de uma tela de celular, toda a vida fora dela se perde e foge do controle do ser. Assim, de maneira inevitável e infeliz, surgem traumas e doenças decorrentes desse vício, como por exemplo a nomofobia que corresponde ao medo de ficar sem o celular, tornando ainda mais agravante o estado da sociedade.
Fica claro, portanto, que existe um vício da população para com os aparelhos tecnológicos, Por esse motivo, é necessário que o Ministério da Educação, por meio da implantação de aulas práticas acerca dos perigos e benefícios da tecnologia para jovens, instruam-os ao uso adequado e moderado de suas máquinas tecnológicas. Posto isso, espera-se que a sociedade futura, já conscientizada, desfrute da melhor formas os benefícios e proventos da tecnologia, mas sem que essa atrapalhe sua plena saúde.