Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 02/03/2021
O filme “Eu, robô”, fala sobre robôs sendo usados como empregados e assistentes dos humanos no ano de 2035. Para que houvesse ordem eles possuíam uma programação de não violência. Entretanto, quando Dr. Miles aparece morto, o principal suspeito é justamente um dos robôs. Visto que nos tempos atuais existem diversas formas de tecnologia que veem abrangendo inúmeras necessidades humanas, é conspícuo a preocupação com toda essa presença perene das máquinas na sociedade. Primeiramente, vale ressaltar que desde a revolução industrial as máquinas juntamente com a tecnologia, vêm tornando a vida humana cada vez mais simples e plácida. Segundo o estudo “A revolução das Competências” do ManpowerGroup, cujo foi apresentado no início de 2017, relata que em alguns anos uma estimativa de que torno de 45% das atividades feitas por humanos sejam automatizadas. Com isso percebe-se que ao decorrer de cada dia, mais e mais as máquinas estão ocupando o mesmo espaço que nós. Principalmente quando se fala em agilidade e praticidade na hora de produzir.
Uma vez que, não é só no mercado de trabalho que há esse uso lauto da tecnologia. No dia a dia, é notável sua presença em tudo. Esse uso excessivo e muitas das vezes precoce, acabam acometendo enfermidades como depressão, ansiedade, entre outros. Diante ao cenário atual, é imprescindível o uso tecnológico nas escolas, para fazer compras, pagar contas, etc. Em suma, é preciso saber impor controle ao uso abundante dessa ciência para que não haja balburdia entre o necessário e a demasia. Com cautela será possível encontrar equilíbrio nesse talvez denominado “vício em dependência das máquinas”.