Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 01/03/2021

Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

No jogo “Cyberpunk 2077” é retratado uma realidade onde os humanos são totalmente dependentes das máquinas para tudo, mas convivem em harmonia. Diante dessa situação, muitas pessoas, nos dias de hoje, se perguntam sobre o nosso futuro em relação ao intenso uso de equipamentos tecnológicos.

É indiscutível que as evoluções na telecomunicação proporcionaram um amplo e simplificado jeito de se comunicar, seja ela por mensagem de texto, voz, foto e até mesmo chamadas de vídeo. Mas com todos os lados positivos, originaram-se os negativos. Parte desse medo veio se construindo em relação ao vicio, semelhante em drogas como álcool, cigarro e cocaína. Sobre isso, é necessário se conscientizar e tomar medidas para que a tecnologia não seja algo prejudicial.

Tendo em vista a enorme e constante evolução dos meios tecnológicos, é de suma importância o questionamento em relação ao futuro. Como nós, humanos, vamos conviver com as máquinas? Qual o impacto disso no meio ambiente e no convívio social? Nos dias atuais, inúmeras crianças e adultos sofrem de ansiedade, depressão e hiperatividade por conta das redes sociais. Na internet, a vida de muitas pessoas é considerada perfeita, sem nenhum defeito, e isso influencia os consumidores a se questionarem o porquê a vida deles estar tão ruim. O constante vicio de verificar se possui mensagens, se irritar por causa da bateria restante e ficar incomodado se a rede não está funcionando é outro mal, e se chama nomofobia, problema constante que muitas pessoas sofrem.

Perante a todas as adversidades, no contexto atual, a melhor solução é a conscientização sobre o uso. O agente causador de todo mal é nós mesmos, e por isso devemos informar e alertar sobre os perigos de um mal uso das tecnologias. Essa atitude deve partir, inicialmente, dos pais que devem educar seus filhos, não os isolar ou fazerem se sentirem desconfortáveis. E é assim, com pequenos passos, que a sociedade convive em harmonia com a máquina.