Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 02/03/2021

O autor de ficção científica Arthur C. Clarke escreveu uma vez que “Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia”. A referida magia pode ser um epíteto para o que acontece no cérebro quando tecnologias eletrônicas são usadas. As sensações de prazer liberadas, porém, estão agindo de forma a viciar muitas pessoas em aparatos tecnológicos.

Muitos avanços computacionais demonstraram uma era de prosperidade e de coisas novas. A excitação, porém, foi abafada por problemas os quais começaram a emergir das tecnologias. Depressão, ansiedade social, déficit de atenção, etc, são citados no texto 1 como consequências do uso indiscriminado de tecnologias. Os jogos e as redes sociais são comumente citados como grandes causadores desses danos.

Além de consequências relacionadas a doenças, as tecnologias citadas anteriormente também podem ser motivo de isolamento e falta de relacionamentos para o indivíduo. O isolamento pode ser um agravante ainda maior para doenças como a depressão. Os jogos, as redes sociais, também podem ser um escape para problemas externos. Como são atividades prazerosas à curto prazo, são alternativas tentadoras.

As tecnologias recentes mostraram-se ser grandes avanços para a vida em sociedade. Porém é perceptível também a necessidade de cautela quanto ao seu uso. Nesse sentido, deve-se haver a limitação do uso de aparalhos tecnológicos logo na infância. Há também de se incentivar a prática de outras atividades que não envolvam tecnologia. Arte, esportes, são exemplos de interesses que podem ser desenvolvidos.