Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 01/03/2021
Limites dos meios tecnológicos
Um fato indiscutível é que a evolução tecnológica trouxe muito mais facilidade e melhorou a qualidade de vida, mas em contra-mão, como tudo que existe tem seus prós e contras, essa evolução também tem esses dois lados contraditórios. Apelando a um contra e a um pró respectivamente destacam-se dois deles, a dependência e a utilidade.
A dependência pode ser não só somente do uso em si do celular, mas na internet em geral, como o acesso às redes sociais. Essa dependência começa aos poucos e gradativamente aumenta até virar uma compulsão, nisso tal vício chega até ser comparado ao vício em álcool e em drogas. Estudos mostram que 5% dos jovens compulsivos pela conexão têm problemas de saúde, sendo: depressão, ansiedade e déficit de atenção.
A utilidade dos meios tecnológicos está explícito, podendo estar expressa nas mais diversas áreas possíveis. Sem apelar para um lado negativo, ou seja, pessoas com má índole que aproveitam dessa vantagem para se beneficiar impropriamente, o fato de ter essa facilidade em mãos faz com que as pessoas se comuniquem em distâncias imensas, trabalhos árduos e demorados se tornem fáceis e rápidos, doenças em que antes eram definidas como incuráveis hoje podem ser tratadas. Com isso o bom aproveitamento desses meios faz o progresso ir muito além do imaginável.
Desse modo, para estabelecer uma relação dentre os prós e contras, dependência e utilidade é necessário colocar em prática a consiência, ou seja, aproveitar todas as utilidades dos meios tecnológicos, mas restringindo dois limites. O primeiro limite envolve a descriminação do uso das tecnologias para o bem ou para o mal, se for para o bem o limite restrito não sera infringido, mas se for para o mal essa restrição será ultrapassada. O segundo limite envolve a questão do tempo e da frequência de utilização das tecnologias, sendo assim, é necessário estabelecer uma relação intermediária com o tempo e a frequência de uso, tornando-os medianos, para não causar danos a vida social e nem a saúde.