Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 23/02/2021
Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Muitas das vezes, quando refere-se a Inteligência Artificial (IA), é comum, para a maioria das pessoas, pensarem em robôs extremamente inteligentes que podem criar sentimentos ou, até mesmo, usurpar o seu lugar na sociedade. Mas, na realidade, as IAs não são capazes, até hoje, de chegar a esse estágio. Além disso, são mais utilizadas em tarefas do dia a dia das pessoas, tal como as redes sociais, o google, a Siri, Alexa, entre outros.
A IA é uma facilitadora de muitas tarefas, tornando-a útil ao consumidor. Como por exemplo a Alexa, da Amazon, que pode controlar luzes, fechaduras, eletrodomésticos, switches e outros dispositivos inteligentes integrados na automação residencial. Existem, portanto, vários tipos de IAs, integradas a cada tipo de software e a cada situação específica, como um veículo autônomo ou um jogo eletrônico.
Entretanto, mesmo com tantos benefícios, há também malefícios. Por ser uma facilitadora, muitas pessoas se tornam dependentes do tal dispositivo, que contém a IA, a ponto de não conseguir realizar tarefas simples, antes feitas sem o seu auxilio. Tendo como exemplo o Waze, um aplicativo de navegação, que deixou algumas pessoas dependentes a ponto de não conseguir realizar um simples trajeto sem seu constante auxilio.
Para tudo há um limite, e é claro que a IA não é uma exceção. O limite, citado anteriormente, é de quando usufruir dessa ferramenta. Deve-se lembrar que essas tecnologias atuam, ou ao menos deveriam atuar, como suavizadoras, apenas auxiliando seu usuário.