Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 28/02/2021

Diante do comum senso sobre a forte presença das tecnologias nas gerações mais modernas, encontram-se extensos debates sobre a possível obsessão que estas ocasionam.Primeiramente, pode-se observar a autoridade que os algoritmos possuem na vida dos usuários digitais e como  aprofundam a sociedade neste meio.Simultaneamente, é possível presenciar o manuseio da internet cada vez mais maleável e capacitado para ser direcionado as mais diversas áreas. Sendo assim, o tema se torna priomordial para a compreensão da dinâmica sociedade hodiernamente.

Certamente, encontramos uma significativa parcela da população ativa nas diversas redes sociais existentes e, consequentemente, concluímos uma maioria controlada por algoritmos.Aliás, estes podem ser definidos como a manipulação em massa dos dados de cada usuário, provocando uma linha tênue entre a gigantesca invasão de privacidade e a sensação de pertencimento e identificação dentro do universo digital. A fim de certificar tal problemática, o documentário “o Dilema das Redes” contém relatos de pessoas que já trabalharam diretamente com jogo de manipulações dos algoritimos e todos afirmam a falta de ética presente no objetivo de expandir uma influência controladora.Portanto, é necessário uma maior mobilização a fim de protestar contra tal prática.

Analogamente, é certo que a aptidão generalizada para gerenciar os meios tecnológicos criou certa dependência deste. Ademais, há uma facilidade crescente em concretizar adaptações em âmbitos amplamente significativos e cotidianos na sociedade. Inegavelmente, um grande exemplo é o alicerce que a internet se tornou para o momento de pandemia que o mundo vivenciou e ainda vivencia, com a criação dos home offices para as áreas de trabalho e do ensino a distância ou EAD para a área educacional, que deixou essas áreas à mercê deste suporte altamente manipulativo.Logo, surgem inúmeros questionamentos sobre as proporções das transformações da internet.

Em suma, o assunto tem potencial para se atrelar a diversas problemáticas e por isso precisa de assertividade para suas possíveis resoluções. A fim de impedir a capacidade de tamanhas manipulações, as redes sociais deveriam parar de requer tantos dados pessoais na criação dessas com o objetivo de freiar o poder de comando que a obtenção desses dados proporciona. Além disso, as coordenações educacionais e profissionais deveriam propor, por meio de dinâmicas motivacionais para seus alunos e operários manterem o foco em suas tarefas apesar do novo modelo remoto trazer facilitações e um consequente afrouxamento nos desempenhos.