Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 01/03/2021
O vício em tecnologia está diretamente ligado ao uso excessivo e irregular das máquinas. As pessoas têm utilizado essas ferramentas como uma válvula de escape para seus problemas pessoais e cada vez mais tornando-se dependentes. Com o isolamento social provocado pelo corona vírus, essas tecnologias passaram a serem fundamentais para a proliferação da educação mas, será que está sendo uma contaminação tecnológica positiva?
O avanço excessivo da tecnologia e a pandemia mundial que se alastrou pelo planeta trouxe malefícios e benefícios para o ensino. As escolas utilizam da internet para continuar a transmissão de conteúdo, mas isso desenvolveu uma dependência maior por parte dos alunos. Após o horário de aula, eles tem que se dedicar, no seu tempo de descanso, para a realização das tarefas e trabalhos que mais que duplicaram nesse período.
Além do mais, muitos seres humanos usufruem da tecnologia como um meio de deixar de lado seus problemas, como uma forma de lazer. Essas máquinas podem trazer uma sensação momentânea de alivio mas assim que deixam de usar, esse sentimento passa, fazendo as pessoas precisarem o mais breve possível do reencontro com o aparelho, causando um vício extremo para manter a alegria da pessoa.
Diante disso, essa contaminação tecnológica está sendo bem mais negativa do que positiva. O ministério da educação (MEC) em conjunto com o INEP (Instituto Nacional de Estudo e Pesquisas Educacionais) deveriam se posicionar e realizar medidas rígidas de monitoramento para que o tempo gasto com as atividades não seja mais que o necessário e por fim auxiliar o Ministério da Saúde a disponibilizar medidas alternativas e melhores para o entretenimento, evitando assim o excesso do tempo gasto com a tecnologia.