Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 14/04/2021
Não há mais como viver sem tecnologia. Nesse contexto, vale observar o celular, aparelho que exerce a função tanto do computador, quanto da televisão. Assim, é imperativo examinar o efeito que esse veículo desempenha na população.
É indiscutível a ascensão das tecnologias na contemporaneidade, visto que os cidadãos estão progressivamente mais dependentes de seus aparelhos. Nessa lógica, cabe observar a pesquisa divulgada pelo King ’s College London, que aponta que a dependência de smartphones agora está sendo vista como um distúrbio psiquiátrico, com uma média de 23% de crianças e jovens adultos que sofrem com isso. Dessa forma, pode-se concluir que os celulares representam sério risco para a saúde mental dos usuários, devido ao seu alto índice de dependência.
Outrossim, ainda é imperativo examinar o impacto dos telemóveis no convívio dos indivíduos entre si. Desse modo, pode-se observar que, com a criação das máquinas, o homem passou a ficar a maior parte do seu tempo conectado e, assim, se distanciou do mundo real. Nessa lógica, vale observar a frase do cientista Albert Einstein, que afirma que o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia. Logo, conclui-se que o convívio humano, longe dos aparelhos, é de extrema importância para a saúde mental do homem.
Em suma, fica evidente que a ascensão dessas máquinas representa um perigo para a sociedade. Portanto, a fim de controlar a dependência causada por esses aparelhos e gerar uma maior interação entre os cidadãos, o Ministério da Saúde, em parceria com o Governo Federal, através de campanhas na televisão e palestras em espaços públicos, deve promover conscientização social a respeito dos riscos de dependência dos aparelhos. Além disso, o Ministério da Educação deve, juntamente com as instituições de ensino, criar aulas a respeito da importância do convívio social e da necessidade de um equilíbrio entre a tecnologia e o mundo real. Tudo isso objetivando que os problemas decorrentes das máquinas sejam atenuados. Somente assim o ser humano se verá livre dos riscos de desenvolver uma dependência tecnológica.