Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 24/06/2021

Seres humanos e técnologia: uma relação de submissão

Após a Revolução Industrial, ocorrida no século XVIII, a sociedade teve um avanço tecnológico de alta velocidade, gerando, assim, uma dependência do ser humano com a tecnologia. Por consequência, essa submissão promove diversos transtornos e problemas, principalmente nos jovens

De acordo com o sociólogo polonês Zygmunt Bauman, a sociedade vive uma Modernidade Líquida, onde nada é feito para durar. Essa citação retrata a sociedade atual, na qual, principalmente os jovens vivem em um mundo instável. Este que tudo está em constante mudança e deve ser acompanhado essas alterações para não se tornar ultrapassado. Por consequência, esse medo imposto pela sociedade, está cada vez mais atingindo crianças e adolescentes.

Consequentemente, dadas às circunstâncias, atuais, essa dependência pode causar novas doenças ou o aumento de indivíduos com alguns transtornos, de forma que, essas estão se alastrando com muita rapidez. Como por exemplo, a nomofobia, que é o medo de ficar sem internet. Esses transtornos causam diversos problemas, como: ansiedade; déficit de atenção; hiperatividade; agressividade; depressão e em casos extremos pode levar ao suicídio.

Pode-se concluir que, é completa a dependência do ser humano com a tecnologia. Portanto, cabe à família impor limites de tempo “conectado” para as crianças/adolescentes, para evitar o vício precoce. Como também, é dever da escola e da mídia, divulgarem campanhas que alerte a sociedade sobre os possíveis problemas em relação à dependência tecnológica. Faz-se necessário também incentivar outras atividades como, por exemplo, peças de teatros, clubes de leitura e músicas, para aumentar o contato humana.. Cabe também ao Governo Federal a disponibilização psicólogos e psiquiatras, nas escolas e nos hospitais, que possam ajudar a auxiliar essas doenças e evitar que elas se agravem. Para que assim, seja possível que o maior número de jovens e crianças saibam usar a tecnologia da forma menos prejudicial e tenham uma vida saudável fisicamente e psicologicamente.