Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 24/06/2021

Segundo pesquisas feitas pelo site “TecMundo”, a internet teria surgido para facilitar a comunicação do governo norte americano entre os anos de 1970 e 1980 e somente em 1990 a rede wi-fi passa a ser utilizada para fins acadêmicos sendo aberta para  a população e comércio. Dessa forma, ano a ano esse meio de interação vem se popularizando por todo o mundo de maneira exponencial até se tornar o que é hoje. Porém, alguns consumidores se perdem no uso da internet e adquirem vícios (seja por jogos, redes sociais ou outros aplicativos) que os desligam do mundo além do virtual e geram problemas motores e outras complicações com a saúde , demonstrando, assim, a necessidade de reversão desses problemas.

Primeiramente é indispensável que fiquemos atentos em relação ao tempo de uso de nossos aparelhos e a necessidade de estar conectados a todo o momento. Segundo uma pesquisa feita pela globo existem 8 sintomas de dependência da internet que são: 1. Preocupação excessiva com a internet; 2. Passar cada vez mais tempo online; 3. Tentativas fracassadas de reduzir o tempo na rede; 4. Irritabilidade, depressão ou instabilidade de humor quando o uso da internet está limitado; 5. Ficar online mais tempo do que o previsto; 6. Colocar relacionamento ou trabalho em risco; 7. Mentir para os outros sobre tempo gasto na rede; 8. Usar a internet para escapar de problemas; Tais “sintomas” podem causar complicações severas.

A título de exemplo, em uma matéria da Canaltech sobre uso excessivo de aparelhos eletrônicos o médico Gustavo Magliocca diz que o uso excessivo de aparelhos eletrônicos eleva o risco de obesidade nos usuários dependendo do tempo em que o indivíduo se mantém parado. Além da obesidade existem inúmeras complicações geradas pelo vício em tecnologia.

Visto isso, fica nítida a urgência de medidas que evitem tais vícios para não nos tornarmos dependentes de internet.

Dessa forma cabe ao governo e/ou influenciadores divulgarem as consequências do uso exacerbado da internet através de projetos  ou até mesmo publicações em redes sociais, para que cada vez mais o número de afetados diminua. Dessa forma serão as máquinas que irão continuar dependendo de nós.