Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 25/07/2021

A Constituição de 1988 deveria garantir saúde para todos os cidadãos brasileiros. Contudo, o que se verifica na contemporaneidade é uma situação e um descaso com algumas adversidades muito recorrentes, como o vício em tecnologia e suas diversas consequências para a saúde. Nesse sentido, tal situação é recorrente na sociedade, em virtude da educação familiar e do lapso governamental.

Convém ressaltar, a princípio, que a tecnologia impulsionou o desenvolvimento e contribui de diversas maneiras para a sociedade, entretanto, seu exagero pode ser letal, visto que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Desse modo, o estado, sendo responsável pela saúde, deveria promover tratamentos e procedimentos para amenizar tal problemática. Contudo, na realidade, ocorre uma negligência que compromete a população, remetendo, assim, a ideia de Hobbes “O homem é o lobo do próprio homem.

Além disso, outro fator que contribuiu para essas doenças é a omissão da família. Pois, o papel dos familiares nesse processo é de suma importância, tendo em vista os valores e conhecimentos passados, que devem cercear comportamentos como, o do vício, a fim de evitar o sedentarismo, a obesidade, entre outros problemas sociais. Assim , essa situação acaba remetendo ao pensamento de Kant : “ O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”.

Diante disso, os diversos benefícios da tecnologia acabam sendo sucumbidos devido à disciplina das pessoas. Portanto, faz-se necessário que o ministro da educação, em parceria com as famílias, retifique o comportamento relacionado às tecnologias, por meio da educação em casa e de maneira on-line devido à pandemia, a fim de assegurar o bom uso das tecnologias. Assim, talvez, a Constituição garanta de fato mais saúde à população.