Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 15/10/2021
É inegável que a tecnologia tem se ampliado com mais intensidade nos últimos anos. Certamente, a 3ª Revolução Industrial foi o maior gatilho para a elevação desse feito, visto que a mesma foi marcada por seu revolucionário movimento tecnológico num mundo antepassado. Há de se considerar que, desde sua estabilidade na Terra, as pessoas vêem-se cada vez mais prisioneiras da tecnologia, o que por sua vez, pode resultar tanto num benefício quanto malefício. Dessa forma, cabe mencionar esses resultados, respectivamente, o avanço da tecnologia para outras áreas necessitadas e a dependência dela para sobreviver.
Sob essa ótica, é necessário citar que o aumento da tecnologia na área da saúde causou grande impacto positivo para a medicina. Segundo Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”, seja de forma positiva ou negativa, ela de certo modo move as pessoas. Sendo assim, é certo que todo esse movimento que foi criado e expandido, teve o objetivo de contribuir com as gerações futuras, a fim de que a vida dependente da tecnologia fosse melhor e mais fácil. Assim como ocorre em laboratórios medicinais.
Todavia, o vício e a falta de controle dos meios tecnológicos podem ser degradantes para o ser humano. Dessa forma, o filme estrelado por Charles Chaplin, “Tempos Modernos”, retrata exatamente como a dependência e o uso contínuo das máquinas o ofereceu sérios problemas psicológicos, além dos físicos. Isto é, realizar o mesmo movimento centenas de vezes dentro de um curto tempo é totalmente prejudicial. Sendo assim, o prazer de estar sempre conectado à internet e passar os dedos infinitamente pela tela do celular, é similar ao hedonismo causado pelas drogas. Ou seja, ansiedade, distúrbios alimentares e etc. , carregam o mesmo radical, a dependência.
Em suma, é plausível que medidas sejam tomadas para que os resultados dessa compulsão não atinjam negativamente o mundo futuro. Para isso, cabe a Mídia, em consonância com a Família, impor limites em qualquer tecnologia, de forma legal e saudável, por meio de propagandas e incentivos à vivência no mundo real e natural, a fim de que evitem a criação desse vício em crianças e adultos. Só assim, a fala de Steve Jobs atingirá seu âmbito verdadeiro de contribuição benéfica ao mundo tecnológico.