Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 04/11/2022
De acordo com o escritor inglês Douglas Adams, “nós estamos tão presos à tecnologia, quando o que mais queremos é que algo apenas funcione”. Diante disso, ao observar o crescente vício da sociedade nos aparelhos tecnológicos, -apesar de ser uma questão de grande valor- nota-se que o assunto é pouco re-verberado na comunidade. Nesse sentido, é preciso analisar a importância e perigos da tecnologia, e como utilizá-la de forma adequada e segura.
A princípio, é fulcral ressaltar que esse artifício está amplamente presente na sociedade atual. Nessa perspectiva, segundo o empresário Steve Jobs, a tecnologia move o mundo. No entanto, apesar dos avanços nas questões fabris, científicas, medicinais e de informação, essa evolução proporcionou a dependên-cia de algumas pessoas, especialmente os celulares, por serem versáteis e de fácil locomoção. Assim, esse vício pode ocasionar problemas à saúde, como doenças oculares e sedentarismo, de modo a diminuir a qualidade de vida dessas pessoas.
Outrossim, é notório que a falta de conhecimento acerca do assunto acentua a problemática. Nesse prisma, aluda-se ao pensamento de Paulo Freire, “se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Sob esse enfoque, elucida-se a ausência de ensinanças que visem educar a população sobre como utilizar as tecnologias de forma segura, e os malefícios à saúde que o uso exagerado pode causar. Desse modo, sem o devido conhecimento, a socie-dade tende a usufruir desse mecanismo por tempos prolongados, o que pode torná-los dependentes em logo prazo.
Dessarte, fica evidente que nem todos têm acesso à ensinança. Logo, cabe ao Ministério da Educação, por meio de leis, incluir no currículo escolar ensinamen-tos acerca do tempo adequado de manuseio de aparelhos eletrônicos, e os problemas à saúde que o mal uso pode causar. Com isso, as pessoas irão utilizá-los de forma moderada e segura, de modo a preservar suas saúdes e qualidade de vida, e não se tornando víciadas à tecnologia. Em vista da concretização dessas ações, o Brasil irá contra a ideia de Douglas Adams.