Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 11/11/2022

De acordo com o filósofo inglês Douglas Adams, “estamos tão presos à tecnologia, que quando o que mais queremos é que algo apenas funcione”. Diante disso, ao analisar o vício em tecnologia -ainda que seja uma questão de grande valor- percebe-se que esse assunto possui entraves para ser reverberado na comunidade. Nesse sentido, é preciso analisar os problemas dos avanços tecnológicos e as consequências da falta de conhecimento.

A princípio, é fulcral ressaltar que apesar dos benefícios à sociedade, os aparelhos eletrônicos também podem causar diversos malefícios. Nessa perspectiva, segundo o empresário Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”. No entanto, embora haja avanços nos âmbitos fabris e medicinais, a utilização exagerada desse bem pode acarretar em diversos problemas de saúde, como insônia, obesidade e doenças visuais. Com isso, ao longo prazo, o Brasil poderá ter um grave revés na saúde pública, em decorrência do grande número de pessoas com patologias relacionadas à esse uso excessivo.

Outrossim, é notório a ausência de ensinança acerca das consequências dessa prática. Nesse prisma, aluda-se ao pensamento de Paulo Freire, “se a educação não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda”. Sob esse enfoque, é evidente que a população não tem conhecimento sobre as doenças que o uso demasiado de celulares e computadores pode gerar. Desse modo, a ausência de medidas que visem informar as pessoas acerca desses riscos,

faz com que essa ação permaneça frequente, e consequentemente suas qualidades de vida sejam comprometidas.

Dessarte, fica evidente que nem todos têm acesso à informação. Logo, cabe ao Ministério da Educação, por meio das mídias sociais, promover campanhas que conceda aos úsuarios o conhecimento sobre os perigos que a utilização prolongada das tecnologias pode causar à saúde, com a finalidade de que a população as utilizem de forma mais consciente, por períodos diários seguros e o bem-estar da sociedade seja prevalecido. Em vista disso, o Brasil irá contra a ideia de Adams.