Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 11/11/2022

A Revolução Técnico-Científca proporcionou na sociedade hodierna maior interação entre os cidadão por meio de aparelhos eletrônicos. Entretanto, essas inovações acarretaram inúmeros problemas entre os indivíduos, sobretudo no que tange ao vício pela tecnologia, os tornando dependentes dessas máquinas. Com base nesse viés, é fundamental discutir a ausência de políticas públicas, bem como o uso excessivo dos equipamentos como principais propulsores da problemática.

Nessa conjuntura, vale salientar a falta de ações governamentais como um dos entraves do problema. Nesse contexto, para Thomas Hobbes, o Estado é responsável por garantir o bem-estar dos cidadãos. Ocorre que o Estado mostra-se frágil, uma vez que não propaga no território brasileiro políticas públicas voltadas aos impactos negativos - como a associação da tecnologia a entorpecentes por muitos especialistas- do uso constante de aparelhos eletrônicos, ações que poderiam serem implementadas nas escolas, por exemplo, instruindo os jovem a usarem adequeadamente a tecnologia. Dessa maneira, em virtude dessa omissão estatal, os indivíduos tornam-se cada vez mais dependentes dessas máquinas.

Outrossim, destaca-se ainda o uso excessivo das redes como impulsionador do problema. Tal situação advém dos incontáveis aplicativos presente nos equipamentos tecnógicos, programas que intertem por horas os indivíduos, os conduzindo ao excessivo acesso. Além disso, tal utilização constante decorre do novo estilo de vida dos cidadãos, os quais não procuram alternativas de lazer, como os passeios ao ar livre, sujeitando-se à procurar distração na internet. Diante disso, a dependência por essas máquinas é consequência da falta de disciplina na manipulação dos aparalhos digitais pelos brasileiros.

Portanto, ficam evidentes os principais fomentadores da problemática na sociedade verde-amarela. Logo, urge ao Governo Ferderal, instância máxima, responsável pelos interesses administrativos da nação, criar políticas públicas no território. Essa ação deve ser realizada por meio das propagandas educativas, seja nos centros de ensino, seja nos meios digitais, com a finalidade de instruir a populaçaõ sobre a melhor forma de usar a tecnologia, os impulsionando a depender menos das máquinas e procurarem outras formas de lazer.