Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 27/08/2023
No filme “Eu, Robô”, protagonizado por Will Smit, é apresentada ao espectador uma sociedade extremamente futurista, na qual as pessoas são dependentes da tecnologia de uma forma exacerbada. Ademais, trazendo para um contexto fora da teledramaturgia, é possível observar, que esse vício tecnológico ja se mantém na população, muitas vezes, por falta de meios de entretenimento acessíveis nas cidades. Seguindo nessa linha, é notório que a educação dos pais logo na infância é fundamental para evitar a dependência eletrônica.
Em uma primeira análise, a Constituição Federal de 1988 reconhece à todos os brasileiros o direito a cultura e lazer. Contudo, esse direito nem sempre se concretiza, já que há uma grande elitização dos veículos de entretenimento nas cidades. Seguindo nesse raciocínio, a falta de acesso a esses meios de lazer, faz com que a maioria da população, prefira utilizar celulares e computadores como forma de diversão.
Em uma outra perspectiva, o comportamento dos pais, sempre reflete nos filhos, tanto de forma negativa quanto positiva. Dito isso, no filme “A Era do Gelo 3” o personagem Sid - uma preguiça - encontra, inusitadamente, três filhotes de dinossauro, e cuida deles como se fossem seus filhos, no qual acabam imitando os comportamentos de seu pai adotivo. Isto posto, trazendo para a realidade, é visível a importância de bons comportamentos dos pais, para a ausência dos vícios tecnológicos dos filhos.
Portanto, o investimento em meios para lutar contra a dependência à máquinas virtuais é imprescindível. Com isto, o Governo Federal, juntamente com as empresas de produtos tecnológicos deveram investir na construção e divulgação de mais veículos de entretenimento com preços acessíveis nas cidades, para que as famílias possam optar por formas mais saudáveis de entretenimento, em vez de somente, utilizar a tecnologia. Assim, dimunuindo gradativamente, a dependência virtual.