Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 31/10/2023
O romance filosófico “utopia” - criado pelo escritor inglês Thomas More no século XVI- retrata uma civilização idealizada na qual a engrenagem social é demasiada segura e desprovida de conflitos e problemas. Tal obra, mostra-se distante da realidade contemporânea no tocante vícios em tecnologias. Esse panorama lementável, não ocorre só em razão da ausência de momentos sociais mas também pelo uso excessivo dos aparelhos.
Em primeira análise, é imperioso destacar que momentos sociais estão cada vez mais extintos, uma vez os meios tecnológicos suprem essa necessidade tornando-os indiretamente reféns. No entanto, sob a perspectiva do cientista Albert Eisten o espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia.Desse modo, evidencia-se que medidas devem ser tomadas com o fito de evitar que os cidadãos não torne-se dependentes.
Além disso, vale ressaltar que esse vício engendra cidadãos procrastinoso,ou seja, perdem rendimentos no meio escolar, trabalhista. De acordo, com o site dependência tecnológica de cada 100 pessoas, 5 tem algum tipo de doença, a maioria mental a exemplo da depressão, ansiedade e irritabilidade. Assim, compreende-se que os aparelhos devem ser utilizados de forma para agregar no dia a dia e não para causar consequências.
Portanto, medidas exequíveis são necessárias para a reversão desse quadro.Para isso o Governo Federal, deve promover anúncios informativos, por meio de canais de tv e redes sociais, afim de preservar a saúde mental da população e assim chegando no objetivo de diminuição da dependência tecnológica.