Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 04/05/2024

Recentemente tem se tornado comum a tecnologia em nosso cotidiano. Um relatório publicado em janeiro de 2022 pelo DataReportal, em parceria com We Are Social e Hootsuite, mais de dois terços da população mundial utilizam ao menos um celular.

Consequentemente as crianças estão sujeitas a este mundo tecnológico. Tra-

zendo também problemas como por exemplo, a nomofobia. Nomofobia é o nome dado ao vicio de celular ou ao medo de ficar sem ele. Para identificar, basta obser -

var alguns sintomas como sensação de medo, falta de sono dificuldades no traba -

lho, na escola e principalmente nas relações pessoais

Adicionalmente, estudos indicam que no Brasil cerca de 83% de adolescente e crianças, entre 9 e 17 anos tem acesso á internet. Os jovens por estarem mais familiarizados com as novas tecnologias, acabam estando mais flexiveis a este transtorno.

Além disso a nomofobia é um “transtorno” que tem afetado muitas crianças de adolescentes. Também atingindo em seu desenvolvimento de forma negativa. Infelizmente, o celular pode funcionar como um dreno cerebral, roubando a cogni -

ção ou seja as capacidades mentais. O uso excessivo pode reduzir a capacidade de concentração, aumentando sintomas ansioso e depressivos, aumentando o seden -

tarimos, desencadeando problemas oculares como resse camento dos olho e mio -

pia.

Diante disso se você se identifica com alguns desses sintomas ou conhece algu-

ma pessoa que tenha esse mesmo problema, procure ajuda. Lembre-se de seguir algumas dicas para não enfrentar estes problemas, como estabelecer um limite de uso diário do celular; desenvolver hobbies incompátiveis com o uso da técnologia;

desligue suas notificações; quando for dormir desligue o aparelho e o mantenha em outro cômodo.