Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 14/09/2024

O ser humano da contemporaneidade acompanha o fluxo da modernidade, pois tudo ao seu redor é tecnológico e isso o torna dependente das máquinas. Neste contexto, o rítmo que segue as atualizações das tecnologias, consequentemente, torna o usuário delas, a cada segundo, um consumidor ultrapassado. Além disso, as experiências humanas consideradas simples, que tange a relação com meio ambiente, de convivência interpessoal, passaram a ser secundárias no dia a dia de muitas pessoas.

Em primeiro momento, O lançamento de novos aparelhos celulares, de eletrodomésticos, o automóvel do ano torna o cliente de qualquer marca refém do consumismo e cada vez mais dependente de mais tecnologias. Vale ressaltar que os upgrades dos eletrônicos terminam por trazer boas novidades para o mercado, facilitando a rotina de qualquer um que desfrute daquele novo acessório, capacidade de processamento de dados, designe, que favorece o perfil do homem moderno. Todavia, certos avanços não trazem significativa mudança e nada mais é do que vaidade.

Dando continuidade, o mundo do ciberespaço, conectado a atual macroestrutura tecnológica que acompanha diariamente o indivíduo, vem distanciando o homo sapiens das experiências naturais da vida, seja em um encontro, um diálogo pessoal, o contato com o meio ambiente. Ao invés disso, o mundo virtual tem demostrado muitos atrativos que são condicionados pela capacidade dos aparelhos tecnológico, com o óculo de realidade virtual, a inteligência artificial fazendo com que o usuário se desconecte completamento do mundo real.

Em suma, tudo que se precisa para conviver na atual sociedade pode estar acessível através de um aparelho móvel ou imóvel. Portanto, mediante a nescessidade de possuir tecnologias faz-se nescessário que o usuário reflita quais são as suas maiores utilidades, a fim de não extrapolar o quanto se consomem e não tornar o uso delas superfluo e desnecessário, possibilitando a se conectar à outras prioridades.