Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 15/05/2025
“O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia”, afirmou Albert Einstein recobrando os advento da tecnologia digital, sendo uma das maiores revoluções da história humana e transformando radicalmente a forma como nos comunicamos e nos relacionamos. Ademais, é necessário se preocupar com a grande dependência digital que ocorre demasiadamente nos dias de hoje, além do grande questionamento da substituição humana em meio as máquinas. No entanto, os avanços tecnológicos trouxeram consigo uma característica preocupante que merece a nossa reflexão crítica, e é dever do Estado intermediar essa questão.
Diante disso, é fundamental reconhecer que o crescimento tecnológico nas últimas décadas promove grande avanço para a sociedade, visto o grande papel que as novas tecnologias exercem sobre o cotidiano das pessoas. Entretanto, tal avanço alavanca a dependência digital do ser humano afetando significativamente o modo de vida da sociedade. Como alertou o psicólogo BF Skinner, “O problema não é se as máquinas pensam, mas se os homens fazem.” podendo fazer ligação a como as pessoas estão mudando e se tornando cada vez mais dependentes da tecnologia. Assim, deve-se investir em programas de conscientização visando mitigar os impactos da dependência digital no cotidiano da população.
Ademais, é evidente que a preocupação da futura substituição do ser humano pela máquina contribui diretamente a contínua crescente tecnológica. Esse dilema acarreta na ambição tecnológica que sempre anseia por melhoria contínua, podendo ser exemplificada pode Douglas Adams, afirmando que “Nós estamos presos à tecnologia quando o que mais queremos é algo que apenas funciona.”. Visto isso, é necessário incentivar a ideia de desapego a tecnologia para melhorar também a qualidade de vida das pessoas.
Portando, é necessário que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação invista na criação de programas para capacitação de pessoas, visando adiar a subtituição do ser humano pela máquina, divulgando por meio dos canais de comunição pertinentes, a fim de mitigar os impactos da dependência tecnológica. Assim, pode-se garantir a conscientização da população sobre tal problema.