Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
A revolução francesa de 1789 foi o berço de todos os direitos e deveres constituidos na contemporâniedade, tais quais a liberadade e igualdade. No entanto, a questão dos vícios em tecnologia e a forte dependência das máquinas é incongruente com esse princípios históricos, em virtude de erros de entes públicos e coletivos. Assim, urge a análise precisa do imbróglio, a luz de questões normativas e educacionais.
Sob esse viés, cabe ressaltar em primeiro plano, que o problema acontece por falhas governamentais. Dentro desse aspecto, o filósofo Platão afirma que a política é a esfera para realização do bem comum - o que não é levado a sério pelos estadistas. Isso ocorre porque há falta de políticas públicas para o controle da utilização indevida da tecnologia. Posto isso, é necessário que o governo estatal cumpra seu devido papel de cuidar da sociedade. Como feito no ano de 2025, onde impediram o uso de celulares nas escolas, dificultando o acesso as máquinas de inteligência artificial e incentivando o treino mental. Fazendo com que a mesma, haja de forma responsável e consciente utilizando a tecnologia.
Outrossim, é imperioso destacar, em segundo plano, que as lacunas escolares também são um motivo do óbice. Como não há educação de qualidade para preparar o jovem a praticar o raciocínio, a adversidade persiste e consequências como a preguiça, a busca por alternativas mais fáceis, como o uso da inteligência artificial são frequentes. Logo, deve-se aplicar o pensamento de Nelson Mandela que afirma “a educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, para mudança do quadro retratado.
Fica evidente, portanto, que são fundamentais a criação de alternativas para amenizar o impasse citado. Para isso, os Interlocutores da informação, como noticiários televisivos e canais da imprensa em outras plataformas, responsáveis por informar e conscientizar a população, devem promover a relevância sobre a prática da leitura e treino do raciocínio, por meio de vídeos e debates com especialistas na área. Isso com a finalidade de que a população almeje cada vez mais o conhecimento e se dedique em aprender verdadeiramente, sem depender de máquinas ou inteligências artificiais.