Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

Após a terceira Revolução Industrial, o acesso à internet e a máquinas tecnológicas têm aumentado exponencialmente, acentuando o vício em telas. No Brasil, a presença de aparelhos telefônicos tem se tornado cada vez mais frequente. Embora sua utilização tenha se tornado fundamental, ela pode ser nociva quando exposta a crianças mais jovens.

Quando o governo não dispõe de outras alternativas que promovam outra forma de educação que não seja digital, crianças continuarão cada vez mais reféns dessa ferramenta, uma vez que não concentram na construção do futuro, se mantendo distraídas por telas. Sem a estrutura de apoio necessária, como escolas de qualidade, que ofereçam uma boa educação, os familiares podem preferir uma educação digital, assim agravando cada vez mais o estado de dependência.

Em primeiro lugar, vale ressaltar o filme” Wall-e" , onde os humanos abandonaram a Terra e vivem em uma nave onde tudo é automatizado. As crianças e adultos vivem sentados o tempo todo, olhando para telas flutuantes, completamente desconectadas do mundo real, das pessoas ao redor e até da própria saúde. A condição de vício que eles enfrentam ressalta a urgência da diminuição da exposição à tecnologia em crianças devido a problemas prejudiciais como: seus estudos, comportamentos e saúde mental, pois seu foco está sendo direcionado a outras coisas, enquanto atividades mais produtivas são procrastinadas.

É de suma importância compreender que o meio digital é uma ferramenta fundamental para a educação, no entanto, a alta exposição a ela pode causar danos. A fim de solucionar o problema o Ministério da Educação - órgão responsável por gerenciar a educação no país - deverá investir em um meio de educação que não envolva tecnologia por meio de maior utilização de livros e atividades manuais, ademais, promover palestras que conscientizem os pais de que e exposição precoce do filho à tecnologia pode oferecer riscos à saúde da criança.