Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 17/05/2025
Para Aristóteles, “a base da sociedade é a justiça”. Entretanto, não é possível observar uma reação interventiva no vício em tecnologias: seremos dependentes das máquinas, tendo em vista que a sociedade enfrenta uma série de desafios para atender a essa demanda. Nesse contexto, torna-se evidente a negligência estatal, bem como a exclusão digital.
Em primeira análise, observa-se a negligência estatal presente na questão. Segundo Aldous Huxley, “os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Essa frase indaga como o governo acelera o vício em tecnologias, visto que uma parcela considerável da população não constrói relações sociais eficazes. Consequentemente, ministros, prefeitos e vereadores contribuem diretamente para a proliferação de tais mazelas.
Em paralelo, a exclusão social é um entrave no que tange ao problema. De acordo com Gilberto Dimenstein, “a falta de inclusão digital é uma forma perversa de analfabetismo”. Essa citação leva a questionar como pessoas, principalmente os idosos, sofrem ao ingressar na área da informação. Enquanto isso, crianças e jovens desenvolvem um vício crescente em tecnologias, o que intensifica a falta de compreensão crítica por parte dos anciãos em âmbito mundial.
Portanto, será necessária uma intervenção. Para isso, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, órgão responsável por explorar e implantar medidas técnicas, físicas e eletrônicas visando à melhoria da comunicação, deverá desenvolver campanhas de conscientização, a fim de reverter a negligência estatal. Tal ação ainda poderá ser divulgada por influenciadores digitais, com o objetivo de combater o vício em tecnologias, que nos torna cada vez mais dependentes de máquinas. Em conjunto, deve-se intervir na exclusão digital, por meio de sites e veículos de mídia. Dessa forma, a justiça pode ser considerada, como cita Aristóteles.