Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
Segundo o Filósofo e Escritor Elbert Hubbard: “A máquina pode fazer o trabalho de cinquenta homens comuns. Nenhuma máquina pode fazer o trabalho de um homem extraordinário.” Fielmente a reflexão de Elbert, com o aumento constante de máquinas e sistemas autônomos em diversos setores, é urgente discutir os resultados dessa dependência, especialmente quando se fala em autonomia e criatividade.
Atualmente, o uso excessivo de tecnologias para o acesso a redes sociais é um dos principais fatores que contribuem para o vício em tecnologia. Por serem de fácil acesso e promoverem a comunicação e oferecerem entretenimento instantâneo, esses aplicativos tornam-se notavelmente atraentes. Todavia, diversos usuários, ao utilizarem por períodos grandes, perdem a noção do tempo que utilizaram a rede e ignoram atividades cotidianas. Esse hábito afeta não apenas a saúde física e mental, mas também compromete as relações sociais no mundo real, gerando isolamento e problemas de foco.
Outro desafio crescente é o vício em jogos eletrônicos, que faz com que crianças e adolescentes utilizem, muitas vezes sem autorização dos pais, grandes quantias em roupas e itens virtuais. Essas atitudes causam desvalorização do mundo real. Ademais, o tempo exagerado dedicado aos jogos pode provocar Irritabilidade, insônia e obesidade, principalmente quando combinadas com uma alimentação irregular, pioram ainda mais a situação.
Para diminuir os problemas causados pelo uso descontrolado da tecnologia, o Governo Federal, pelo do Ministério da Educação, pode estabelecer políticas educacionais que instruam crianças e adolescentes a usarem a tecnologia de forma responsável. Outrossim, empresas de aplicativos, especialmente de redes sociais, devem criar sistemas que reduzam o tempo diário de uso, restringindo o acesso em períodos determinados. Essas medidas ajudam a diminuir os riscos à saúde física e mental ocasionados pela dependência tecnológica, favorecendo um melhor padrão de vida e o reforço das relações sociais. Cabe também aos pais monitorar e orientar os filhos sobre o uso da tecnologia, reforçando os limites e promovendo controle.