Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 15/05/2025

Até uns anos atrás, o celular era visto como um “demônio” dos dias modernos, hoje, você pode identificar que essas mesmas pessoas hoje passam os dias deitados em suas camas usando o aparelho, principalmente idosos. Segundo Albert Einstein, a tecnologia é necessária para o humano, entretanto, passou do ponto de que ainda sobra humanidade. O sistema capitalista quer com que o indivíduo gere o máximo de dinheiro possível para as grandes riquezas, como donos de redes sociais. Sempre fomos dependentes de tecnologias, mas o celular é o mais nocivo.

Sob esse prisma, podemos observar jovens num geral, em especial, os adolescentes. Eles usam muito de aplicativos de vídeos curtos, com TikTok ou Instagram, seu repertório cultural é o que vê no “Feed” infinito que o aplicativo propões, fazendo comprovadamente que seu limiar de atenção frite, se reduzindo ao equivalente de um peixinho dourado. Quanto mais tempo no aplicativo, mais dinheiro gera para a empresa, com anúncios e trafego pago. Empresa essa que não liga, ligou ou irá ligar para ética ou o futuro, enquanto seu dono tem o bolso cheio.

Na mesma lógica, as empresas manipulam o que lhe é contado pelo aplicativo, bem como incentivam o máximo possível o uso de IAs, como o ChatGPT. Tais ações matam a criatividade e o senso crítico, que tornam o usuário um boneco extremamente manipulável e ignorante, para condizer com o que lhe é contado. Os Bilionários tentam ao máximo lhe tornar dependende de seus sitemas, para que gere mais dinheiro e poder político, bem como sobre a opnião pública. Usam muito do argumento Ad Auditores como um meio para tal. “Dê poder a um homem e ele revelará sua verdadeira natureza”.

Portanto, com o avanço natural da tecnologia, talvez não nos tornassemos dependentes num futuro próximo. Entretanto, quando o sistema faz tudo para beneficiar o bilionário que faz saudação “romana” descaradamente, bem como ele faz de tudo para benefício própio, e os meios ultrapassam a ética, a dependência não se torna tão distante. Tornar jovens viciados na “Timeline” infinita é o primeiro passo para o domínio da opinião pública, reduzindo seu senso crítico e opinião própia a uma batata, bem como a redução da carga de Humanas nas escolas, fazendo com que não descubram a manipulação por si só, e sim pelos outros.