Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

Em 2024, os “chatbots” da IA passaram a ser utilizados em serviços de terapia, atendimentos jurídicos e até mesmo na tomada de decisões médicas. O levantamento de debates sobre a substituição de humanos por máquinas vem crescendo cada vez mais em nossa atualidade. Nesse viés, esse desafio ocorre em decorrência ao design de tecnologias viciosas.

Sob esse prisma, esse transtorno precisa ser debatido. Segundo Tristan Harris, ex-designer da Google, “Os produtos de tecnologia não são neutros. Eles são projetados para capturar e manter sua atenção”. Nesse sentido, atualmente a sociedade está a cada dia se “vendendo” mais as redes sociais, aplicativos, jogos, etc. criados com mecanismos de recompensas imediatas, notificações contantes e algoritmos que prendem a atenção dos usuários, levando a um ciclo vicioso de dependência psicológica.

Portanto, é necessário que essa problemática seja resolvida. Para tanto, o governo, órgão responsável por garantir a boa condição e a existência de todos, deve sancionar leis, a fim de restringir produtos tecnológicos de tendências viciosas, além de promover palestras para a conscientização das pessoas sobre o assunto debatido. A partir dessas propostas, os desafios enfrentados decorrentes aos vícios tecnológicos poderão ser superados no Brasil contemporâneo.