Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
O avanço tecnológico trouxe consigo inúmeros benefícios para pessoas de todo o mundo, incluindo a população brasileira. No entanto, seu uso excessivo pode levar à dependência, gerando problemas e complicações no cotidiano e afetando prin-
cipalmente a saúde mental e relações sociais. Com isso se tem a necessidade de refletir sobre seus impactos e se perguntar até que ponto o seu uso é saudável e como se consegue equilibrar o uso dos meios digitais.
Certamente, os recursos tecnológicos se tornaram essenciais e importantes, com isso torna-se necessário a promoção de seu uso equilibrado, já que muitas pessoas passam mais tempo online doque o previsto, prejudicando relações e até mesmo do desempenho profissional. Acrescentando, com toda essa praticidade as pessoas estão aos poucos perdendo sua criatividade, muitas vezes perdendo toda sua origi-
nalidade, segundo Albert Einstein, “O espírito humano precisa prevalecer sobre a tecnologia.”, uma frase que apesar de antiga ainda é tão atual.
Além disso, a nomofobia, o medo irracional de ficar sem celular, demonstra como a sociedade atual pode estar excessivamente ligada às máquinas, dificultando momentos de desconexão e descanso. Como diz Grace Hopper, “Um ser humano deve transformar informação em inteligência ou conhecimento. Tendemos a esquecer que nenhum computador jamais fará uma nova pergunta.”, a sociedade é levada a questionar todos os benefícios que essas tecnologias trazem, os malefícios podem ser graves, especialmente quando se trata de seu uso indiscriminado, ge-rando obsessões como a nomofobia, que podem resultar em abstinência quando o viciado tenta se controlar.
Portanto, é essencial que os próprios usuários tomem providências e busquem ajuda profissional. A fim de evitar que a sociedade se torne dependente das telas, eles devem buscar estabelecer um limite diário e ganhar mais controle sobre aqui-lo imposto para eles pelas redes sociais.