Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
Desde o início da pandemia, o Brasil sofreu um enorme avanço tecnológico , já que todos precisavam ficar em suas casas, e com isso ajudando bastante em atividades que antes era necessário sair do domicílio, enquanto hoje em dia, tudo fica mais fácil, ainda mais com o celular, podendo pedir comida, fazer compras em lojas onlines, pagar boletos, mandar uma mensagem para algum parente distante e entre outros. Mas também pode ser prejudicial, tanto para saúde mental, quanto para a física.
Sem dúvida, o uso do celular é ótimo, pra ver filmes, ver vídeos engraçados, ver fotos dos amigos, mas o uso excessivo pode levar a problemas sérios mentais, como ansiedade, depressão, autoestima, insônia e dependência digital. Além disso,
os influenciadores digitais também acabam sofrendo com esses problemas, já que postam sempre fotos do dia a dia para terem o máximo de curtidas possíveis, e que acabam também ganhando haters que sempre ficam comentando coisas maldosas ou chegando até incentivar a se suicidarem.
Nessa mesma lógica, a saúde física também não fica de fora. O Brasil é o quarto país da América do Sul com a maior porcentagem de pessoas obesas, ficando atrás do Chile, Uruguai e Argentina. Segundo o site de notícias Veja, “25% das pessoas acima do peso e 5% das obesas costumam utilizar o celular por muito tempo. […] Além disso, eles apresentam menor propensão a se exercitar”. Percebe-se que gastar muito tempo no celular facilita o comportamento sedentário, reduzindo o tempo de atividades físicas e aumentando o risco de morte diabetes e doenças cardíacas.
Logo, o ministério da saúde deve tomar atitudes para ajudar, tanto pessoas obesas quanto os influenciadores digitais, como, algum agente indo a casa da pessoa para perguntar sobre o dia, como está se sentindo, conversar, passar medicamentos, entre outros. E não só apenas o ministério deve agir, as “vítimas” também, como,passar um tempo com a família, longe das telas, ajuda a diminuir doenças mentais. Também é importante começar fazer exercícios físicos, começando com caminhadas até chegar ao ponto de ir a academia.