Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
Nos dias de hoje com o avanço da tecnologia, o vício pela internet se tornou muito grande, as pessoas por ficarem muito tempo conectadas com a internet acabam mudando seu jeito e sua forma de agir. Desde o surgimento dos smartphones até a ascensão da inteligência artificial, a dependencia das máquinas parece aumentar a cada dia. O uso excessivo dos smartphones, redes socias e jogos online pode levar a comportamentos obsessivos, afetando a saúde mental, as relações sociais e até mesmo seu desempenho profissional.
Podemos citar como um exemplo o jogo da baleia azul, que surgiu na internet no ano de 2017 e tirou milhares de vidas de crianças e adolecentes por cometerem suícidio fazendo o que a internet mandava. Temos também o conceito chamado de nomofobia, que quer dizer medo de ficar sem o celular ou algum aparelho eletrônico. Portanto, com o surgimento da inteligência artificial, as pessoas não sabem mais vivem sem ela, pois tudo que precisam pedem ajuda, principalmente os estudantes, que nessa geração querem tudo o mais rápido possível.
O tempo excessivo de ficar muito tempo conectado, pode gerar consequências como por exemplo a saúde mental levando a ansiedade, depressão, baixa autoestima, principalmente nos jovens e problemas de sono. As relações sociais mudam também podendo afetar suas habilidades sociais, dificudades em manter relacionamentos saudaveis, pode levar a um isolamento social. " Computadores são inúteis. Só podem dar respostas." Nessa citação de Pablo Picasso, ele diz que não aprendemos só com as respostas rápidas e sim, para pesquisar e entender o que foi dito.
É fundamental, que devemos criar um hábito para ficar menos tempo na internet, como por exemplo colocar tempo nas redes socias e até mesmo no aparelho eletrônico. Substuir as telas por atividades físicas, pode ajudar bastante no seu desenvolvimento pessoal como saber lidar com pessoas novas ter uma boa retórica. Em casos de dependência tecnologica, é necessario procurar alguma ajuda de apoio profissional, como por exemplo psicólogos, para lidar com esses sintomas e desenvolver estratégias de recuperação.