Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

Na animação da Netflix: “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, se trata sobre uma família viciada em tecnologia, até o dia em que têm que encarar um “apocalipse tecnológico”, onde as máquinas querem dominar o mundo, mostrando a realidade atual, não do jeito ilustrado no filme como um apocalipse, mas sim como estamos atualmente, com o ser humano se tornando cada vez mais dependente e viciado na tecnologia.

Em primeiro lugar, desde que a tecnologia chegou, ela consegue ser incluída em nosso cotidiano e substituir grande parte das coisas, como por exemplo, os slides são bem mais utilizados e requisitados em atividades escolares ao invés da produção de cartazes, mostrando maior facilidade no digital e o manual ficou com uma vista de entediante, fazendo com que o mundo digital abra cada vez mais recursos que em grande parte do tempo podendo substituir atividades cotidianas simples.

Sob esta óptica, o vicio em tecnologia pode ser causado por diversos fatores além do cotidiano, as vezes sendo adquirido para fugir da realidade, esquecer o que está ao redor e ter um “mundo” próprio, sendo então, um objeto de conforto, e quando a tecnolgia se ausenta ou apresenta instabilidade, algumas pessoas demonstram a ansiedade e o anseio de utilizar-la novamente, fenômeno também conhecido como “Nomofobia”, que afeta milhares de pessoas no mundo, principalmente a geração mais jovem que cresceu em meio ao nascimento da tecnologia e diversos aplicativos e então, se vicia e cria certo apego e afeto.

Diante do exposto, a tecnologia é uma ótima ferramenta, porém, se é utilizada com certo descuido, pode gerar situações e eventos não saudáveis, logo, o governo poderia promover um programa para acolher aqueles que obtem certo vício em tecnolgia para cuidar dessa situação com sessões terapeuticas e incentivar a mudança desse hábito aos poucos, fazendo com que essa situação melhore e que o vício em tecnologia em nossa sociedade vá diminuindo aos poucos e que não haja enorme dependência nessa feramenta, desenvolvendo um país saudável e melhor.