Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

“O Brasil não tem povo, tem público”, disse Lima Barreto, crítico arguto de nossa República. Sob esse mesmo viés, hoje, pode-se afirmar que há muito alarde, mas pouco se faz para resolver questões urgentes como Vício em Tecnologia de consequências nefastas, haja vista a alta de desempregados na população. Nesse contexto, a crise humanitária em questão de capital financeiro, é um desafio que se deve a Mequanização adequada no mercado de trabalho e a grande dependência da máquina ou da inteligência artificial no cotidiano.

Em primeiro lugar, faz se importante uma análise diacrônica do tema. De tal maneira, constata-se que é reflexo de um processo histórico. Ou seja, a sociedade segue com excessiva dificuldade em padronizar o mercado de grandes empresas, tal como aconteceu no início da Revolução Industrial. Prova disso foi o aumento da poluição do meio ambiente por conta do excesso de queima de combustíveis. Dessa forma salienta-se a persistência da substituição da manufatura para a maquinofatura.

De outro lado, faz-se importante de uma análise diacrônica do tema. De tal maneira, constata-se que a desinformação da cidadão comum é reflexo de um processo histórico. Ou seja, a sociedade segue ignorante, tal como na Revolução Industrial, – eternizada no Diário Íntimo de Lima Barreto. Prova disso é a circulação de boatos sobre os “exclusão do cidadão nas indústrias”, principalmente nas redes sociais. Dessa forma, salienta-se a persistência da falta de esclarecimento, juntamente com questões mais atuais, como as fake news.

Saber exatamente qual a parte do futuro que pode ser introduzida no presente é o segredo de um bom governo”, sentenciou o escritor Victor Hugo. Portanto, tomando como norte esse pensamento, o Estado, provedor de políticas públicas, deve Excesso de máquinas no cotidiano, a fim de garantir o desenvolvimento nacional e mundial.