Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 13/05/2025

O desenvolvimento da tecnologia trouxe avanços significativos para a sociedade, facilitando o acesso à informação, a comunicação e o lazer. Entretanto, o uso excessivo de dispositivos digitais tem levantado questionamentos sobre uma possível dependência das máquinas, esse contexto, refletir sobre os limites do uso tecnológico se torna fundamental, diante dos crescentes vicios digitais.

De acordo com o filósofo brasileiro Mario Sérgio Cortella, a tecnologia deve estar a serviço do ser humano, e não o contrário. No entanto, o cenário atual mostra uma realidade preocupante, pessoas que não conseguem se desconectar das redes sociais, jogos ou aplicativos, prejudicando suas relações pessoais, seu desempenho escolar, e até sua saúde mental. Esse tipo de dependência mostra como a tecnologia pode dominar a vida das pessoas quando usada de forma desequilibrada.

Esse fenomeno e representado no filme Jogador Nº 1 (2018), dirigido por Steven Spielberg. Na obra, a maior parte da população vive em um mundo destruído e para escapar da realidade usam um jogo de realidade virtual, onde cada pessoa pode ser quem quiser. A maioria prefere viver nesse universo digital, fugindo e ignorando os problemas do mundo real. O filme mostra claramente os perigos da fuga da realidade e da dependência tecnológica, ao mostrar uma sociedade em que as pessoas preferem máquinas e avatares ao convívio humano real.

Portanto, embora a tecnologia seja uma grande aliada na evolução, é necessário promover ações que incentivem o uso consciente da tecnologia, cabe à sociedade, com apoio de instituições públicas e privadas, investir em programas escolares de educação digital, ensinando os jovens a usarem a internet de forma crítica e saudável. Além disso, é fundamental que famílias e comunidades estimulem atividades fora do ambiente virtual, como esportes e arte.