Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 17/05/2025

Na obra cinematográfica Homem de ferro, da Marvel, é apresentado o nível em que a tecnologia pode chegar, uma vez que, Tony Stark consegue dar vida as suas criações, as utilizando para a maioria dos âmbitos do seu cotidiano. Desse modo, contextualiza-se as problemáticas sobre o vício em tecnologia, visto que a sociedade não está muito distante da mesma dependência do herói. Sendo assim, faz-se necessário analisar as causas e as consequências como a praticidade do uso de tecnologias e o uso indiscriminado delas, para mitigar a problemática.

Em primeiro plano, é importante resaltar que a cada dia as tecnologias se tornam mais avançadas, trazendo praticidade no mundo do trabalho, educação e domiciliar. De acordo com a Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, as inovações no meio tecnológico foram essenciais para o avanço na educação, com isso, é evidente que durante a pandemia de COVID-19 ocorreu uma grande onda de avanços tecnológicos, tentando tornar a vida da sociedade mais fácil, por exemplo o surgimento de aulas e materiais didáticos online, lojas virtuais de todas as variedades e sites com inteligência artificial. Entretanto, isso tornou-se um problema, tendo em vista que, segundo o Jornal da USP, a população brasileira passa em média 56% do seu dia em frente às telas, podendo ocasionar grandes impactos na saúde física e mental dos usuários.

Com isso, os danos causados aos usuários pelo uso excessivo de telas também podem ser um agravante. Conforme o Instituto de Pesquisa do Paraná, o vício em telas é mais presente em jovens, pois recebem um alto nível do neurotransmissor chamado dopamina que transmite um sentimento de prazer quando liberado. Dessa forma, no país verde-amarelo crescs cada vez mais as taxas de transtornos mentais. Dessa maneira, é inadmissível que as esferas federais não resolvam o problema.

Em virtude dos fatos, cabe ao Ministério da Educação criar champanhas e palestras em escolas e redes nacionais para com conscientizar aos adolescentes os riscos da dependência nas tecnologias, com o objetivo de diminuir os índices de diagnósticos mentais e fazer com que a população use as ferramentas disponíveis da forma correta, para que a realidade apresentada possa ser afastada.