Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 17/05/2025
Na saga de filmes Star Wars, o personagem Darth Vader depende constantemente de equipamentos eletrônicos para sobreviver devido a ferimentos ocorridos em batalhas. Nesse contexto, é possível traçar paralelos entre a dependência de Vader e a dependência da população brasileira à tecnologias específicas, como celulares e computadores. A isso, deve-se responsabilizar as ações midiáticas de grandes empresas e a ineficácia estatal.
Primeiramente, é importante destacar os fabricantes de materiais eletrônicos, como Apple, Microsoft e Nvidia, que, a fim de aumentar suas vendas, realizam uma extensa rede de propagandas através de mídia e da população, criando assim a imagem de que produtos novos são superiores e que os consumidores precisam gastar cada vez mais. Com o intuito de demonstrar esse processo, o documentário “A História das Coisas” explica a influência que grandes corporações tem sobre a população e até mesmo governos. Dessa forma, essa influência é propagada através da mídia, e devem ser realizadas ações pelo Estado através de ações nas leis para regulamentar as propagandas de aparelhos eletrônicos.
Ademais, outro problema grave é a falta de regulamentação sobre grandes corporações, que se tornam cada vez mais poderosas e criam cada vez mais monopólios. Para adquirir mais poder, as corporações tem poucos limites éticos e ambientais, com muitos deles sendo desrespeitados, e com o desrespeito sendo ignorado pelo Estado. Dessa forma, se mostra necessário que as grandes empresas tenham renovados seus limites legais e demonstrem comprometimento com a visão demonstrada pela Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, que promove desenvolvimento social e crescimento sustentável.
Dessa forma, cabe ao Governo Federal - instância máxima de poder em território brasileiro - regulamentar as grandes empresas através de mudanças nas leis e maior regulamentação da parte do Estado, a fim de garantir que as ações de grandes corporações não prejudiquem a população, evitando assim a dependência em equipamentos eletrônicos. Dessa forma, será possível garantir a saúde do povo brasileiro e promover o desenvolvimento sustentável, sem tornar as pessoas em dependentes de grandes empresas.