Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 17/05/2025

Segundo Albert Einstein, físico alemão, tornou-se óbvio que nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade. No entanto, o vício em tecnologia têm sido um grande problema no Brasil atualmente. Todavia, os avanços tecnológicos geram um debate a cerca da dependência das pessoas pelos aparelhos e os efeitos que isso pode causar. Além disso, a sociedade superou a capacidade de usar alguns mecanismos e inovações de maneira ética e humana. Logo, faz-se imperiosa a tomada de medidas que promova a independência das pessoas com as máquinas.

Diante disso, no filme “Her”, de 2013, conta a história de Theodore, um homem solitário, que desenvolve uma relação romântica com um sistema operacional de inteligência artificial chamado Samantha. Ao humanizá-la, o filme provoca questionamentos sobre os limites da tecnologia e o que significa ser humano em um mundo cada vez mais digital. Contudo, pode-se compreender uma reflexão sobre como a tecnologia pode afetar as emoções, identidade e relações sociais. Portanto, é crucial que haja ações governamentais para evitar que a inteligência artificial prejudique as relações interpessoais, e afete o emocional das pessoas.

Ademais, vale postular que a substituição das pessoas por máquinas podem desencadear dependência pelo uso de aparelhos eletrônicos e tecnologia no geral. De acordo com a música “Paranoid Android”, da banda Radiohead, é possível compreender a crítica ao impacto psicológico e existencial do mundo moderno digitalizado. A música, denuncía como a tecnologia, o capitalismo e a alienação social, podem tornar as pessoas cada vez mais desconectadas da própria humanidade. Entretanto, o emocional das pessoas são comprometidos e podem contribuir para um grande problema social.

Por fim, diante dos fatores mencionados, é necessário a ação do Governo Federal para instruir a sociedade sobre o uso consciente da tecnologia, e sobre os efeitos que ela pode causar na vida das pessoas. Para isso, é necessário haver aulas nas escolas e treinamentos nos ambientes de trabalho, sobre como usar a tecnologia de forma correta e como evitar que ela atrapalhe nos relacionamentos pessoais. Além disso, deve ser criado leis cibernéticas que controlem o uso constante da inteligência artificial. A partir disso, espera-se mellhorar esse problema no país.