Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 17/05/2025
Na obra cinematográfica “Wall-E” um futuro distópico é explanado. Em primeiro momento, o longa demonstra um planeta Terra desértico, após sofrer colapso e ser evacuado. Wall-E - protagonista que atribui o nome da produção - é apenas um dos inúmeros robôs nesse cenário, onde as pessoas sequer conseguem se mover, tornando-se dependentes. Analogamente, em abrangência global, indivíduos viciados em tecnologia encaram um contexto alarmante e dependência nas máquinas. Não obstante, tamanha demanda é atenuada pela desinformação na sociedade e negligência governamental.
Nesse viés, é sábido que o deletério quadro de ignorância popular provoca vício em tecnologias, e deve ser suprimido. Consoantemente, sob perspectiva filosófica do sociólogo Sigmund Freud “A civilização é em grande parte responsável pelas desgraças sociais”, premissa que pode ser comprovada pelo vício abundante e nóxio, como exemplificado na distopia. Assim, prezando pela autonomia e bem-estar mental dos afetados pela dependência de maquinários, é necessário conscientizar a população e limitar legislativamente o uso dessas ferramentas.
Dessarte, o ínfimo caso e ciência governamental corrobora nocivamente e agrava a dependência em modernização. Outrossim, conforme preescrito na Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 - “Todo indivíduo faz jus a condições dignas de humanidade”, contrapondo a realidade atual. Logo, numa circunstância em que o uso consciente das inovações - moderado e independente - é excasso, tanto como atitudes que não evitem a substituição de atividades humanas essências, impende-se urgente destinar atenção para reverter essa crise.
Em suma, uma vez que a dignidade humana seja ameaçada pela infestação e dependência tecnológica, faz-se intrínseca a adoção de medidas. Desse modo, o Governo Federal - responsável pela administração das verbas públicas - auxiliado pelo Ministério da Educação, deve promover o enrijecimento da aplicação dos direitos dos trabalhadores, para que não tenham seu trabalho tomado por máquinas. Ademais, por meio de um orçamento dedicado e mentores, será benéfico instaurar campanhas que enfatizem o uso correto dos meios tecnológicos. Por conseguinte, o esforço evitará um futuro catastrófico como de Wall-E.