Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 15/05/2025

A tecnologia e os vícios

O filme O mundo depois de nós fala sobre uma família que sai da cidade grande onde vivem para passar férias no interior, na realidade retratada, quase tudo funciona a base da tecnologia, esse filme não está muito distante da realiade que estamos vivendo. Visto que cada vez mais o ser humano está se tornando dependendo de tecnologias, oque acaba acarrentando diversos problemas como problemas com a saúde mental, além de impactos negativos nas relações sociais.

Em primeira análise, já não é uma surpresa que com o passar do tempo a tecnologia fica em constante evolução oque por um lado é bom já que estamos evoluindo, porém nos últimos tempos teve um avanço gigantesco no tempo de tela. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (2022) (de Portugal), 94,9% dos menores entre os 10 e os 15 anos utilizaram a Internet nos últimos 3 meses e 69,5% deles têm um telefone celular. Além disso, de acordo com um relatório recente da UNICEF (2021), 98,5% dos adolescentes espanhóis estão registados numa rede social e, 83,5%, estão em mais de três. Por mais que seja em Portugal os dados estatísticos o Brasil está em quarto lugar no ranking de vício em smartphones. Portanto, é importante esse problema de vício em telas que afeta diretamente o nosso cotidiano.

Em segunda análise, uma série a ser citada é Black Mirror que explora as consequências, muitas vezes sombrias e perturbadoras, da tecnologia na sociedade moderna, outro problema do vício em tecnologia é que acaba impactanto nas relações sociais das pessoas, Sewell um garoto que estava no nono ano de Orlando, Flórida criou apego emocional em um chatbot no Character.IA ,um aplicativo de RPG que permite usuários criar seus próprios personagens ou conversar com personagens já criados,.

Em conclusão, medidas para esses diversos problemas precisam ser tomadas é crucial apresentar medidas que promovam o equilíbrio adequado, o Governo poderia fazer campanhas de conscientização por meio das redes sociais, palestras com especialistas explicando os malefícios do uso excessivo, assim Black Mirror não será uma realidade.