Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 13/05/2025

O filme “Black Mirror” relata sobre como a sociedade atual depende dos aparelhos tecnológicos como o celular, onde principalmente o público jovem desenvolve um sério vício nesses aparelhos. Com os jovens brasileiros não é diferente, cada vez mais a população se torna dependente das tecnologias atuais, o que implica uma geração de cidadãos com diversas consequências, como a incapacidade de estar longe do celular. Por isso, é necessário entender que esse vício impacta negativamente a vida do cidadão, criando um indivíduo dependente do aparelho.

Em primeiro lugar, é importante compreender que a tecnologia está imersa na sociedade atual. Platão, em sua Alegoria da caverna, descreve que cada vez mais a população se isola dentro de uma caverna. A nação caminha para um futuro em que as tecnologias se fazem presente no cotidiano dos indivíduos, o que resulta em um isolamento social, prejudicando o desenvolvimento do público jovem, pois os mesmos, quando longes do aparelho, apresentam obstáculos como a falta de atenção. O uso excessivo do celular afeta a capacidade do cidadão de realizar tarefas simples como assistir a uma aula na escola, visto que foi preciso a criação de uma lei para amenizar essa situação.

Em segundo lugar, é recorrente os casos de indivíduos que desenvolvem a nomofobia, dependência excessiva do celular. Segundo o IBGE, cerca de 58% dos adolescentes são afetados pela o acesso à diversos conteúdos estimulantes, gerando um público viciado. Isso é evidente na dificuldade de socialização, pois quanto mais tempo no aparelho, mais rara se torna essa habilidade entre os jovens. Além disso, esse fato constrói uma pessoa sujeita a comportamentos agressivos quando afastada do aparelho, já que o cidadão entende que essa tecnologia é necessária para sua sobrevivência.

Portanto, a fim de conscientizar os brasileiros sobre essa dependência iminente, o Ministério da Educação deve promover palestras públicas com psicológicos que evidenciem esse tema ao público afetado, por meio de eventos nas instituições escolares. Ademais, o Estado, com uma equipe exclusiva, deve fiscalizar a lei que proíbe o uso do celular nas escolas. Assim, a situação do filme não acontecerá.