Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

A série da Netflix chamada Black Mirror relata que o uso excessivo da tecnologia causa graves consequências tanto para a sociedade quanto para o indivíduo, levando a perda da identidade e liberdade. O vício em tecnologia pode afetar negativamente na vida das pessoas. É preciso estabelecer limites para evitar que o uso benéfico da tecnologia se transforme em dependência prejudicial à saúde mental e na convivência social.

Em primeira análise, tendo em vista que a tecnologia é indispensável ao desenvolvimento humano, é preciso tomar limites para evitar que esse uso benéfico se transforme em uma dependência prejucial à saúde mental e à convivência social. Em uma de suas citações Neil Postman disse “Estamos nos divertindo até a morte”, ele alerta sobre como a tecnologia pode levar à alienação e a perda do senso crítico. A tecnologia não é vista como vilã, mas como uma ferramenta poderosa que deve ser usada com consciência, pois permitiu diversos avanços como o da medicina para a sociedade. Logo, é importante solucionar o problema.

Em segundo lugar, caso o uso inconsciente e desregulado das tecnologias continue a crescer, é possível imaginar um futuro no qual os humanos serão não apenas dependentes, mas subordinados à lógica e ao controle das máquinas. A obra literária “1984” de George Orwell, retrata uma sociedade que é vigiada por telas, onde há controle da mente e das ações o tempo todo. Com isso a tecnologia se for mal utilizada ou sem controle, pode comprometer a liberdade individual e gerar uma dependência psicológica e manipukr a sociedade. Dessa forma medidas de solução precisam ser colocadas em prática.

Em suma, são necessárias medidas de capazes de solucionar essa problemática.

O Governo Federal, por meio do Congreso Nacional e órgãos reguladores como a ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), pode contribuir criando e reforçando legislações que limitem a influência das inteligências artificiais e das grandes plataformas digitais sobre decisões humanas, por meio de políticas públicas que tenham limite á coleta de dados e transparência dos algoritmos. Com essas medidas, a história da obra “1984” ficará apenas na ficção.