Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 12/05/2025

Segundo a filósofa Hanna Arendt diz sobre “banalidade do mal” Quando uma atitude do mal ocorre constantemente e as pessoas param de vê-la como errada. O vício em tecnologias é um tema preocupante, principalmente no cenário atual devido a imersão na tecnologia, por isso é essencial desenvolver medidas estratégicas para conter o vício. Nesse sentido, o pensamento da filósofa se perpétua no vício em tecnologias e em detreimento ao prejuízo da saúde mental e desinteresse em conhecimentos reais. O prejuízo à saúde mental e desinteresse são questões técnicas que se tornaram normalizadas, como diz a filósofa.

Diante desse cenario, o prejuízo da saúde mental vem com uma bagagem de problemas desenfreados, quando a ansiedade consome esses indivíduos juntamente com problemas de concentração devido a alta dopamina liberada. A palavra vício significa algo que não é controlado da forma certa e assim observaseno uso da tecnologia. De acordo com o artigo 3 da Constituição brasileira é dever do Estado garantir uma sociedade livre, justa e igualitária, consequentemente com seu bem estar social. No entanto, é evidenciado que a Constituição não cumpre o que fala, a partir do momento em que os indivíduos estão em situação de vício que instantaneamente trás os prejuízos mentais, desalinhando com a ideia de bem-estar social.

Ademais, pode-se analisar o desinteresse em conhecimentos reais, isso seria a perda do interesse em assuntos, por exemplo didáticos: Matemática, português etc. Devido a esse vício em jogos, redes sociais entres outros. O cérebro compreende dopamina rápida como algo prazeroso que não precisa de esforço para obter e o corpo humano foi preparado para armazenar energia ao máximo, juntando esses fatores cria-se uma dependência em dopamina rápida. A neurologia afirma que perde-se até a capacidade intelectual.

Portanto, cabe a aplicativos limitarem a idade devido a imaturidade no uso e escolas incentivarem ao processo de ensino, protagonizando por meio de campanhas para que diminua o uso excessivo de tecnologias para que pensamento de Hanna Arendt não se perpetue, assim como os estudos da neurologia. Concretizando-se a relação de bem-estar social da Constituição.