Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 16/05/2025
No obra “Utopia”, de Thomas More, retrata-se uma sociedade perfeita, na qual não possui conflitos, desigualdades sociais e problemas. Fora da ficção, no entanto, a realidade brasileira apresenta uma postura oposta, tendo em vista problemas relacionados ao vício nas tecnologias contemporâneas. Dentre os assuntos discutidos destaca-se o desenvolvimento de inteligências artificiais e a manipulação midiática.
Em primeira análise, vale destacar que o desenvolvimento das inteligências artificiais é placo para o avanço da substituição do ser humano em diversas áreas, principalmente a trabalhista. Dentro desse contexto, na série “Black Mirror”, é abordado aspectos sombrios e imprevistos da tecnologia moderna, explorando questões éticas, psicológicas e sociais relacionadas ao avanço tecnológico. Evidenciando como a tecnologia é imprevisível e que a qualquer momento podemos ser substituídos e dominados por ela, afetando a saúde e bem-estar dos seres humanos. Sendo assim, é essencial medidas para a erradicação dessa problemática.
Ademais, também vale destacar que a manipulação midiática é uma consequência do vício às tecnologias e suas redes. Como visto na música “Admirável Chip Novo”, da cantora Pitty, onde critica a padronização e controle da tecnologia sobre os indivíduos, abordando a alienação e a perda de individualidade. Mostrando que a dependência das tecnologias causa a perca de identidade e senso crítico dos indivíduos. Desse modo, é evidente a necessidade de resoluções para este viés.
Portanto, cabe ao Estado promover campanhas de conscientização públicas, que visam a educação midiática e a regulamentação das redes digitais. Além da criação de políticas, através de projetos de leis, de requalificação profissional e de regulamentação do uso da inteligência artificial. Logo, a história da obra “Utopia” poderá se tornar uma realidade na sociedade brasileira.