Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?
Enviada em 17/05/2025
O filme jogador número 1 se passa em uma realidade onde os humanos se viciaram em um jogo de realidade virtual Esse filme, mesmo se passando por uma ficção científica, pode acabar tendo o risco de acontecer por conta do alto Vício em smartphones, internet e o uso de robôs com inteligência artificial. O que pode fazer que os Humanos se tornem dependentes das máquinas. Em primeira análise o Vício em celulares em adolescentes e crianças aumentou muito. pesquisas apontam que 61% dos bebês de até três anos têm acesso aos smartphones, e 12% têm aparelhos somente deles. Além disso 95% das crianças de 10 até 12 anos de idade têm algum acesso aos celulares. O uso liberado de celulares para as crianças e adolescentes, pode ser prejudicial, pois o uso em excesso do celular afeta o desenvolvimento do cérebro, os smartphones tem telas que são uma fonte inacabável de estímulos rápidos, e isso gera grandes quantidades de Dopamina, que podem gerar problemas de saúde como a Depressão e ansiedade social. Logo é importante resolver o problema. Não é novidade que hoje há muitas máquinas no cotidiano dos humanos, como por exemplo: As geladeiras, micro-ondas e máquinas de lavar roupas. O uso de robôs com inteligência artificial pode acabar gerando uma certa dependência, pois o robô vai substituindo alguns deveres, tanto de casa quanto nas empresas, como por exemplo o robô aspirador, que tem a função de aspirar o chão, em alguns modelos ele até passa pano na casa. Esse tipo de tecnologia acaba facilitando o trabalho humano, fazendo que a pessoa fique dependente daquele robô. Infelizmente nas indústrias os robôs tiram os empregos de pessoas, por conta da eficiência deles. Dessa forma medidas de soluções precisam ser colocadas em práticas. Em suma, uma resolução para os problemas devem ser criadas. Para diminuirmos os Vícios dos adolescentes e das crianças nas telas, podemos incentivar os pais a limitar o tempo de tela de seus filhos e convidarem eles a passarem um tempo juntos, e para aqueles que precisarem levarem eles a consultas médicas. Para solucionarmos o problema do uso da inteligência artificial nos robôs, podemos limitar algumas funções deles, fazendo com o que os humanos ainda necessitem de se mover e fazer atividades. Com essas medidas, a história do filme jogador número 1 ficará apenas na ficção