Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 13/05/2025

Tecnologia: Amiga ou Inimiga?

No G1 nós vemos a notícia onde uma mãe diz que filho cometeu suicídio após se apegar a personagem criado por IA, processando assim a startup e Google nos EUA. Esta notícia se relaciona com o tema proposto onde vemos a dependência de pessoas em relação as máquinas e tecnologias, através desse tema podemos ver diversos impactos, mas os dois principais seriam: problemas de saúde mental e o uso excessivo de dispositivos móveis.

Em primeira análise, a saúde mental é um dos principais fatores em relação a dependência da sociedade nas máquinas tecnológicas, através do uso excessivo dos dispositivos eletrônicos os problemas mentais e de saúde podem se agravar, causando assim consequências que poderiam vir à tona, como: ansiedade, depressão, isolamento social e enfim o vício.

Em segunda análise, nós temos o uso excessivo dos dispositivos, causando assim uma interdependência dos usuários, sendo um problema crescente que afeta a saúde mental e física de muitas pessoas, alguns fatores que contribuem para o uso excessivo desses eletrônicos seria o acesso fácil, aonde nos vemos que nos dias atuais o acesso à tecnologia está cada vez maior e fácil de usar. Temos também a questão das notificações, onde através disso podem levar a pessoa uma sensação de urgência e necessidade de verificar o dispositivo, causando assim involuntariamente o uso em excesso.

Em conclusão, vimos que a tecnologia nos dias atuais tem disponibilizado muitas vantagens, mas também muitas dificuldades em certas áreas para a sociedade. Como solução em relação ao tema tratado primeiramente devemos impor limites, estabelecendo assim um certo período de tempo para o uso dos dispositivos principalmente para crianças e adolescentes. Em segundo, poderíamos encontrar atividades off-line para praticar no dia a dia em vez de apenas focar no aparelho em questão, podendo assim praticar atividades físicas, pintura, dança, artesanato e etc… E para finalizar, a utilização de aplicativos de controle, onde principalmente os pais de determinado indivíduo ajuda a monitorar e limitar o uso.