Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 16/05/2025

Segundo o inventor e escritor Richard Buckmister Fuller: “A humanidade está adquirindo toda a tecnologia certa por todas as razões erradas”. Dessa forma, a tecnologia tem avançado para evidenciar o vício que os usuários apresentam hodiernamente. Contudo cabe salientar a falta de desenvolvimento cognitivo e a dependência tecnológica que assolam a sociedade.

Sob essa ótica, a falta de desenvolvimento no processo ensino-aprendizagem é constatada no deficit de conscientização no uso limitado de dispositivos tecnológicos, tanto nas escolas, quanto em casa. Quanto mais a tecnologia avança, maior é a necesidade de termos uma conscientização sobre o vício nela, porém isso não é muito visível nos dias atuais.

Outro aspecto preocupante é a influência da tecnologia na tomada de decisões humanas. Algoritmos sugerem o que devemos comprar, assistir e até pensar. Isso reduz a autonomia do indivíduo e reforça bolhas de informação, criando uma dependência das tecnologias. A liberdade de escolha, nesse cenário, pode ser comprometida por uma programação invisível que dita comportamentos e preferências.

O vício em tecnologia é um desafio que exige atenção e ação de todos, incluindo governos, escolas e nós, como indivíduos. Para que não nos tornemos dependentes das máquinas, é fundamental promover uma relação mais equilibrada com os dispositivos digitais, priorizando o bem-estar de todos em meio à revolução tecnológica.