Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 17/05/2025

A Epidemia Silenciosa das Telas: Saúde Mental da Juventude em Risco

Atualmente no contexto brasileiro, O uso excessivo da tecnologia e dos eletrônicos. que compromete a saúde mental. Haja vista trazendo ansiedade, depressão, frustação, isolamento social, distúrbios do sono e alteração de humor. Um estudo com dez mil jovens canadenses revelou que quem passa mais de cinco horas diárias em redes sociais tem mais de 50% de chances de sofrer de depressão. Por isso essa dependência as telas, ao contrário do que se imagina, é muito preocupante.

Isso acontece por causa das redes sociais que trazem a falsa impressão de vidas perfeitas, os comentários atrativos nas páginas dos jogos e a pressão social que exige informações atualizadas em tempo real. Segundo a Associação Pan Americana da Saúde (OPAS), em junho de 2022, 50% dos problemas de saúde mental iniciam aos 14 anos. E consequentemente, esses jovens serão adultos depressivos. É de fundamental importância refletir sobre o tempo de conexão nas telas e precisam nos ajudar a fazer as tarefas do dia a dia e nos ajudar a nos deixar em bem-estar. Traz problemas com a interação social com amigos, familiares e outras pessoas.

É valido lembrar que a entrevista da pesquisadora e doutora Jean Twenge feita anualmente, com 50 mil estudantes entre 12 e 17 anos, desde 2012, pela universidade de San Diego, Califórnia/EUA. " (…) adolescentes que usam eletrônicos excessivamente, apresentam insatisfação com a vida e problemas de autoestima(…)" Assim é fundamental criar meios para reverter urgentemente essa situação no cenário brasileiro.

Diante deste contexto os especialistas recomendam aos pais diminuir gradativamente o uso dos aplicativos, definir metas de tempo de conexão e rotinas com atividades externas e presenciais. É essencial também que as escolas ofereçam oficinas e palestras para pais, responsáveis e alunos para aprenderem a terem um melhor controle parental, promover atividades extracurriculares que não envolvam telas de procurar tratamento imediato nos casos mais graves.