Vício em tecnologia: seremos dependentes das máquinas?

Enviada em 17/05/2025

Na Guerra Fria, houve um grande desenvolvimento contínuo de tecnologias e informação que proporcionou a criação da internet e consequentemente, alguns tempos depois, houve a criação de redes sociais. Porém, apesar de trazer muito benefícios, como, por exemplo a facilidade de aprendizagem de novos idiomas e a comunicação entre pessoas, há diversos malefícios presente, como, por exemplo o impacto na educação e dependência nas tecnologias, que pode se tornar um problema mental, como depressão ou ansiedade. Sendo assim, é necessário tomar providências para essas problemáticas.

É evidente que uma das principais contribuições é a grande disseminação de informações que podem auxiliar nos estudos e melhorar a qualidade de empregos, entretanto é indiscutível que as redes sociais junto a quantidade gigantesca de informações disseminada acabam por torna pessoas dependente, sem conseguir fazer algo que não seja por um celular ou computador. No Brasil, em 2025, foi aprovada a lei de proibição dos aparelhos eletrônicos nas escolas, por conta da dependência dos estudantes neles. A medida foi uma tentativa desesperada do governo para diminuir o tempo de tela dos estudantes, para que assim não prejudicasse a formação escolar deles no futuro.

Outrossim, o Hospital Santa Mônica, de São Paulo, divulgou uma notícia que listava alguns impactos mentais causados pelo uso de celulares. Segundo a notícia, o isolamento social, aumento na insegurança e sinais de depressão são sintomas que podem surgir a partir do uso excessivo de meios eletrônicos. Uma pesquisa feita com 10 mil jovens canadenses, entre 12 e 14 anos, diz que quem passa mais de 5 horas por dia no celular tem 50% de chance de sofrer depressão.

Por esses motivos é mister que o governo federal, logo o Ministério da Saúde, Ministério da Educação e o Ministério de Ciências, Tecnologia e Inovação encontrem medidas efetivas para diminuir o vício nas tecnologias. A proibição de celular não é algo totalmente incoerente, porém, agora, a melhor solução é encontrar novas maneiras de conviver com essas tecnologias. As campanhas de conscientização sobre internet e palestras sobre o tema são importantes para informar os riscos e modos de prevenir problemas mentais.